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Lixo orgânico: o que fazer com ele?

Lixo orgânico, também chamado de resíduo orgânico, é basicamente todo o material que descartamos que tem origem animal ou vegetal (além dos fungos) e seus derivados. Dentro de nossas residências, a maior é o que sobra das nossas refeições.


Por ter origem biológica, o lixo orgânico é mais facilmente decomposto quando em comparação ao lixo inorgânico (plásticos, vidros, metais…). Assim, é considerado menos poluente que o lixo inorgânico. Contudo, ainda assim é necessário que o seja destinado corretamente para reduzirmos o impacto no meio ambiente.


Segundo dados do Ministério do Meio Ambiente, o lixo orgânico urbano corresponde a metade de todo o resíduo sólido produzido no Brasil. Com isso, precisamos mudar nossas hábitos e costumes para que menos lixo orgânico vá parar no meio ambiente.

Reduzir: eu preciso comprar tudo isso de comida?


Comprar apenas o necessário. Esse é o principal comportamento que devemos ajustar para reduzirmos a quantidade de lixo orgânico despejado. Ao irmos ao mercado, devemos planejar e comprar apenas a quantidade de comida que será consumida entre uma ida ao mercado e outra.


Todo o excesso de comida comprada será lixo orgânico em um futuro próximo. Assim, comprando apenas o necessário, nós cozinharemos e comeremos apenas o necessário. Dessa forma, pouco será produzido na sua residência. O ideal é planejarmos nossas refeições para que não haja sobras.

Tipos de lixo orgânico


Há diversos tipos e diferentes destinos para os mesmos. Todo o material de origem animal ou vegetal que for descartado é lixo orgânico. As sobras de vegetais e de carnes da nossa alimentação diária forma grande parte do nosso lixo orgânico.


Além disso, derivados de animais e vegetais, como casca de ovo, leite, sementes também fazem parte do nosso lixo orgânico. Papéis sujos (higiênico, guardanapos…), coador de café e chá e óleo de cozinha são considerados lixo orgânico. Além disso, também os restos de jardinagem, madeiras e os dejetos humanos e animais.

Impacto no meio ambiente


Apesar de menos poluente que o lixo inorgânico, ainda assim causa grandes prejuízos ao meio ambiente. A quantidade produzida diariamente pelos seres humanos é gigantesca, e por isso, se não bem destinado, se torna um problema.


Ao entrar em decomposição, produz gases causadores do efeito estufa. O principal deles é o metano (CH4), altamente inflamável e poluente. Além disso, a decomposição de matéria orgânica dá origem a um liquido que polui os lenções freáticos: o chorume.

Destino do lixo orgânico


Produzido em nossas residências basicamente pode ter três destinos diferentes. O primeiro deles, e o menos recomendado, é ser descartado pelas tubulações utilizando um triturador de alimentos. Esse tipo de descarte pode contribuir para a quantidade de matéria orgânica despejada e elevar o gasto energético para os tratamento de água e esgoto pela companhias de saneamento básico. Portando, deve ser evitado.


Pode também ser destinado aos aterros sanitários para produção de biogás. Ao ser decomposto por bactérias, produz gases como o gás metano e gás carbônico. Esses gases misturados formam um gás inflamável que pode ser utilizado como combustível.


O terceiro destino, e o mais recomendado pois reduz a quantidade que precisa ser destinada à aterros, é a compostagem.

Compostagem: o melhor destino para o seu lixo orgânico


Compostagem é uma técnica na qual é degradado biologicamente por microorganismos, como fungos e bactérias, e transformado em adubo natural.

A foto mostra uma porção de lixo orgânico.


Dessa forma, o resíduo orgânico que seria destinado a aterros sanitários, por exemplo, é transformado para que a matéria orgânica e os nutrientes ali presentes sejam reutilizados no plantio de novos vegetais, reciclando assim a matéria orgânica. Sabia que 40% do seu lixo pode virar adubo? Clique aqui para saber mais!